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  • Pedro Ivo

OS PERIGOS DA LUZ AZUL E O QUE FAZER PARA SE PROTEGER

O QUE É A "LUZ AZUL"?



Quando falamos de "luz azul" estamos nos referindo à porção azul do espectro da luz visível. Esta frequência é especialmente utilizada nas tecnologias de iluminação mais modernas pois contribui para a economia de energia elétrica e tem um efeito de brilho. Quanto mais curtas as ondas, mais energéticas e maior capacidade de afetar os tecidos biológicos e causar danos. Por isso, escutamos falar tanto dos perigos da radiação ultravioleta, que são as ondas mais curtas após o azul e violeta (mas há bastante confusão neste aspecto, pois o UV natural corresponde à menos de 5% da energia da luz solar na superfície da Terra, que é cerca de 52 a 55% infravermelho (acima de 700 nm), 42 a 43% de luz visível (400 a 700 nm) e 3 a 5% de ultravioleta (abaixo de 400 nm), essa pequena porcentagem é contrabalanceada pelo restante do espectro, especialmente o infravermelho).


Observando a figura acima, percebemos que do espectro visível, as ondas mais curtas são violeta e azul. Diferentemente dos raios ultravioleta que são bloqueados na lente e na córnea, as radiações do trecho azul para o violeta e especialmente a faixa azul penetram a retina e a exposição prolongada pode causar inúmeros danos no sistema ocular e no organismo como um todo.


LUZES ARTIFICIAIS SÃO FONTES CONCENTRADAS DE LUZ AZUL Durante milhões e milhões de anos as únicas fontes de luz eram o sol, a lua e o fogo.

De poucas décadas para cá isso mudou drasticamente e as consequências para a saúde são profundas e infelizmente ainda pouco divulgadas. A luz do sol traz um espectro completo, cujos componentes potencialmente nocivos se equilibram com os componentes protetores. É algo completamente diferente das luzes artificiais. Além disso a luz do sol sempre sinaliza que é de dia, para o nosso corpo isso significa secreções hormonais e um tipo de metabolismo completamente diferente do da noite. As principais fontes nocivas de luz azul são:

  • lâmpadas fluorescentes

  • lâmpadas LED

  • Telas de computador, notebook, celulares e tablets

  • Televisores

A frequência azul do espectro está intimamente relacionada à regulação dos nossos ritmo circadiano. É a frequência principal que INIBE A PRODUÇÃO DE MELATONINA, portanto para um bom sono e uma boa saúde é necessário evitar a exposição à luz azul no período da noite. O estímulo da luz azul durante a noite causa uma disrupção circadiana, com inúmeras consequências para a saúde, como:

  • insônia

  • estresse crônico

  • hipertensão

  • alteração na glicose sanguínea

  • obesidade

  • enfraquecimento do sistema imune

  • maiores chances de problemas cardiovasculares, doenças auto-imunes, doenças degenerativas como Alzheimer, câncer, dentre outras.


O QUE FAZER PARA SE PROTEGER 1. Exponha-se ao sol e à luminosidade natural durante o dia. Tomar sol logo ao acordar, com o mínimo de roupas, sem óculos escuros ou de grau, sem estar atrás de vidros, e sem protetor solar. Isso estimula um despertar natural e sinaliza de modo mais decisivo a estabilidade dos nossos ritmos biológicos. Esse é o momento de maior concentração de infravermelho, que penetra a pele e os olhos e energiza nossas mitocôndrias. Tem efeito protetor e regenerador, esse efeito é muito importante para proteger a retina da foto-toxidade da luz azul. O sol do fim da tarde tem efeito protetor parecido. 2. Troque as lâmpadas LEDs e fluorescentes por lâmpadas incandescentes e halógenas. Lâmpadas vermelhas são ainda melhores. Além de terem uma luminosidade que se aproxima da luz natural do fim da tarde, com menor predominância de ondas azuis e maior presença de ondas longas, amareladas e vermelhas, as lâmpadas incandescentes apresentam uma luminosidade contínua, diferente das fluorescentes e da maioria das LEDs, que oscilam de acordo com a alternância da corrente elétrica, estas piscam rapidamente (flickering), muitas vezes de modo imperceptível, o que causa um estímulo excessivo nos olhos e no sistema nervoso, aumentando o estresse e causando sintomas como olhos cansados, dores de cabeça e em pessoas mais sensíveis, enxaquecas. O ideal é minimizar o uso de luz à noite. Ainda que muito menos nocivas, a iluminação com lâmpadas incandescentes e halógenas também afetam a produção de melatonina. Velas e lampiões são as fontes luminosas mais adequadas. 3.Instale filtros de luz azul nos computadores e no celulares e minimize o uso durante a noite. Para computadores, o programa que eu uso e recomendo é o Iris, que além de filtrar a luz azul tem diversas aplicações, como neutralizar a cintilação ou "flickering", que contribui para olhos cansados, dor de cabeça e outras coisas. Este, sem dúvida, é o melhor programa para computadores, após instalado, é possível selecionar o português.

Um software gratuito que também funciona bem é o f.lux, era o que eu utilizava antes de adquirir o Iris. Para celulares, existe o aplicativo Twilight para Android. No iphone existe a opção nightshift nas configurações. Utilizando esses recursos você perceberá uma diferença enorme no bem estar dos seus olhos e na qualidade do seu sono. 4. Use óculos bloqueadores de luz azul. Isso é crucial hoje em dia.

Esses óculos bloqueadores de luz azul protegem tanto a estrutura visual, como a retina e a mácula quanto o sistema não visual que se comunica com a pineal, o cérebro, o sistema hormonal e todo o metabolismo. Protegem os olhos dos danos físicos da luz azul, assim como a secreção de melatonina, contribuindo para a qualidade do sono, regeneração do organismo e equilíbrio hormonal e são um dos melhores recursos para neutralizar ou amenizar os danos deste desequilíbrio moderno. Os óculos de lentes límpidas ( com aquela camada "protetora" de reflexo azulado / violeta), como oferecidos em óticas e em sites da internet bloqueiam apenas uma pequena porcentagem da fração vibratória mais próxima do violeta, são bem caros e não são eficazes. Os melhores óculos bloqueadores de luz azul estão disponíveis na ótica Livrefluxo.

5. Evite a luz artificial durante de noite e durma no escuro. Durma em um quarto tão escuro quanto possível - de modo que você não consiga ver sua mão na frente do seu rosto (cubra qualquer rachadura que vaze luz com fita adesiva. Instale cortinas pretas e coloque toalhas na base das portas). Desligue ou cubra todos os dispositivos eletrônicos que brilham. Desligue o celular ou se precisar dele ligado por causa do despertador, deixe no modo avião e distante da cama. Desligue o wi-fi também. Nosso organismo é sensível à radiação eletromagnética. * * * Neste artigo abordei de maneira simples e direta as consequências da exposição excessiva à luz azul e estratégias para se proteger e minimizar os seus efeitos. Os detalhes que envolvem este assunto são fascinantes, amplos e complexos e se relacionam com o estudo da biologia circadiana. Lembre-se, se você apresenta problemas de saúde ou baixa vitalidade, um ponto chave para modificar e situação é melhorar a sua relação com o ambiente e com os ciclos naturais. Em outro artigo que escrevi, você encontra mais informações, além de uma lista de estudos científicos: Luz: o elo obscurecido da saúde

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